Em um dia de sol radiante, nascia a princesa Ariel. Ela era uma criança tão meiga que cativava a todos.
Seus pais ficaram admirados de tamanha beleza, tanto interior quanto exterior.
As pessoas que a visitavam diziam ser a mais bela criatura pertencente a este mundo de tanta dor.
Ariel nasceu com uma missão: amar a todos de maneira singela e cativante, demonstrando o quanto o Universo pode ser melhor.
E ela foi crescendo e demonstrando sua doçura.
De repente, já estava com 15 anos e ressaltava pureza em suas ações. Ela descobriu que podia salvar o mundo com suas palavras e começaria a escrever fervorosamente. Ninguém a conseguia segurar, sua imaginação e a vontade de ajudar eram tamanhas que ela resplandecia virtudes.
Ariel criou estórias e histórias que começaram a tocar as pessoas, todos a chamavam de autora desconhecida, pois, assim, não haveria nomeação de atitudes e sim a plena vontade de transformação que suplantaria o ato da escrita.
A menina dos meus olhos criou a fantasia suficiente para salvar a minha vida, salvar o mundo com suas palavras tocantes. Todos em seu reino e nos arredores a proclamaram Grande Rainha das Palavras e ela vive de modo tocante em cada coração que emana amor, em cada afago, acalento, toque que qualquer súdito queira fornecer.
A princesa vive, vive bela e intocada pela maldade. Que sejas feliz, minha Grande Rainha das Palavras.